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Erlete Bee

Dr. Gilberto Tolaini - Barueri SP

Postado por Erlete Bee em segunda-feira, 21 de junho de 2010

O nosso entrevistado é o Dr Gilberto Tolaini , Cônsul do Palmeiras na cidade de Barueri/SP. Nossa amizade nasceu nos Encontros de Cônsules realizado sempre no mês de dezembro no nosso glorioso Verdão.

Nome: GILBERTO OTAVIO TOLAINI

Cidade: Barueri SP

Data de Nascimento: 07/05/1951

Profissão : Médico

Moro com: Ana Rita (esposa) filhos : Manoela / Otavio

Sonho: estabilidade financeira / Palmeiras sempre campeão

Cidade de nascimento: Barueri

Escolaridade: Universitário

Lugares que gosta de frequentar: Parque Antartica / Alphaville Tenis Clube onde jogo futsal e campo

Saudades: do tempo onde ia ao estádio de futebol assistir jogos com meu falecido pai, inclusive ao lado de torcida adversária. Não havia brigas ou violencia.

Esportes: futebol, natação

Música: Beatles (rock) Raul Seixas (Brasil)

Filme: de ação ( De Niro, Clint Eastwood, etc)

Hobby: futebol, pescaria

Uma frase : Não pergunte o que o País pode fazer por voce, mas sim o que podes fazer pelo país (serve para toda nossa torcida) John F. Kennedy

Um livro: Cem anos de solidão G G Marques Admirável mundo novo A Huxley O jogo das contas de vidro H Hesse

Não gosto de: comentarista esportivo, principalmente aqueles que nunca chutaram uma bola e se acham exímios conhecedores

Um grande amor: minha esposa Ana Rita

Um grande homem/mulher:

1) em relação ao nosso Palmeiras , admiro muito professor Beluzzo e sua assessoria que está modificando o modus operando administrativo de nossa sociedade esportiva e não tem reconhecimento público desta transformação. Sei, inclusive que foi por sua intermediação que trouxemos a Parmalat ao Palmeiras.

2) no plano nacional , admiro ex presidente Fernado Henrique que estruturou o país como um verdadeiro estadisa e ainda é muito criticado pelas modificações que implantou

3) internacinal : Margaret Tracher primeira ministra inglesa pela sua coragem e importancia no contexto político

O que significa família para voce: é a base da felicidade

O que significa o Palmeiras para voce: como futebolista é meu dia a dia, penso todo dia no meu time

Nos conte como se tornou Palmeirense: nasci Palmeirense, na família Tolaini/Barueri TODOS são Palmeiras

Para você o que ser Consul do Palmeiras: um orgulho, pois quando saio nas ruas em Barueri, todos sabem: está ali um Palmeirense nas vitórias e derrotas

Qual a maior loucura que voce fez pelo Palmeiras: SEMPRE adio compromissos, mulher não entende, vou sempre aos jogos e não gosto de XINGAR ou VAIAR jogadores do meu time.

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Cida - Praia Gande/SP

Postado por Erlete Bee em quarta-feira, 24 de março de 2010

A Cida, nossa Consulesa em Praia Grande, é uma velha conhecida minha. Começamos praticamente juntas a trilhar esse caminho. Grande Palmeirense.
Obrigada Cida!!!

Nome Completo: Maria Aparecida Caltran de Oliveira

Cidade: Praia Grande

Data de Nascimento: 20 Janeiro 1949

Profissão: Do lar

Moro com: Filha e Neta

Filhos: 01 (Viviana)

Sonho: viver em um mundo sem violência

Cidade onde nasceu: Santa Rita do Passa Quatro SP

Escolaridade: 2º grau completo

Lugares que gosta de frequentar: qualquer lugar onde tenha boa musica

Saudade: Várias: meu pai, Parmalat , Brunoro

Esporte: Gosto de todos os esportes menos os de violência como boxe e outros do gênero, praticar só caminhada.

Música: Gosto de todo tipo, mas só as boas musicas; Roberto Carlos, Sinatra, Elvis entre outros.

Filme: E o vento levou, Romeu e Julieta ,vários outros mais da atualidade.

Hobby: Ver futebol em geral, Brasil, Europa, etc.

Uma Frase: Ninguém vai me separar do amor de Deus! - AIRTON SENNA

Um Livro: O mais lido no mundo... A BLIBLIA.

Não gosto de: Pessoas invejosas, fofoqueiras e de violência

Um grande amor: PALMEIRAS

Um(a) grande homem/mulher: Jesus Cristo. Madre Tereza.

O que significa a Família para você: Família para mim é tudo, sem ela não vivemos, vegetamos.

O que significa o Palmeiras para você: AH Palmeiras, minha vida sem Palmeiras não é vida,sem palmeiras eu não vivo, morro.

Nos conte como se tornou Palmeirense: Sou de uma família palmeirense, menos meu pai e meu tio; meu pai era são paulino, que eu me lembro, tinha seis anos já gostava do palmeiras mas....não podia falar nada em casa porque meu pai brigava comigo. meu avô Alfredo e vó Tereza eram palmeirenses. eu ia ouvir os jogos pelo radinho de pilha com meu avo e ficávamos sentados na mureta próxima a linha do trem, La nós dois ficávamos conversando e falando da Itália e do Palmeiras, quando já adulta eu ouvia o jogo no quintal de casa principalmente quando jogava SP x Palmeiras e se o Palmeiras ganhasse, eu não podia nem falar nada. mas... se fosse SP. nossa... meu pai tirava o maior sarro de mim.Mas mesmo assim nunca brigamos, pois eu o respeitava muito..bem antes de minha mãe falecer, ela me chamou e disse...filha tem jogo do palmeiras hoje? Respondi que sim e perguntei o porquê? Ela respondeu, porque torço pelo palmeiras por causa de você, com seu sofrimento, tendo que ficar torcendo de longe ,não podendo ficar perto do radio (por causa do meu pai) ,e vendo entre outras coisas, acendendo vela e rezando, comecei a amar esse time. Por isso hoje sou palmeirense como você... essa foi a maior alegria que tive em minha vida, depois de muitos anos sem saber se ela gostava de futebol; pois nunca tinha se manifestado antes. Sou Palmeirense de sangue mesmo, com ou sem aprovação de pai.

Para você, o que é ser Cônsul do Palmeiras: Ser cônsul pra mim é amar muito e desempenhar com garra e determinação esse maravilhoso papel sem pedir ou querer nada em troca; bem como angariar sócios e torcedores como fiz com meu marido. Ele era corintiano e fiz ele virar palmeirense e entrar de sócio.

Qual a maior loucura que você fez pelo palmeiras: A maior loucura que fiz pelo Palmeiras foi em 2004, no jogo Santos e Palmeiras na Vila Belmiro. Fui comprar ingresso e já tinha acabado, fiquei muito chateada. Comentei com uma amiga, e ela prontamente me deu um ingresso para mim, como havia adquirido ingresso para o jogo e não ia poder ir, pois estaria de plantão no hospital em que trabalha. Fui para o jogo, cheguei ao portão de entrada de acordo com o ingresso procurei o lugar pra sentar e foi ai que percebi que eu estava próxima ao camarote do Pelé, onde ficam os torcedores das cadeiras cativas, os santistas ficavam me olhando e mais torcedores chegando, fiquei apavorada, procurei uma conhecida que é policial e estava escalada no jogo, expliquei a situação a ela e disse que eu gostaria de ir pra torcida do palmeiras, pois ali além de não poder torcer (coisa impossível de se fazer) para o Verdão eu acabaria apanhando ou sendo xingada (rs), ela contatou o comandante do policiamento que prontamente mandou me escoltar para o lugar certo (torcida do palmeiras), só que tive que ir com um PM na minha frente e outro na minha retaguarda, a medida que fui andando passando por vários acessos das arquibancadas com os portões divisórios sendo abertos para nossa passagem, todo mundo me olhava, cheguei até a escutar “nossa essa senhora ta sendo presa!”...rs...quando cheguei do outro lado no meio da torcida mais bonita do mundo foi a maior alegria e até hoje não esqueço o que fiz para ver o Palmeiras nesse jogo onde vencemos de 4 x 0...

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Rosendo - Teresina/PI

Postado por Erlete Bee em quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O Rosendo é Cônsul do Palmeiras em Teresina. Apesar de estar muito distante de São Paulo Rosendo encontra meios de divulgar nosso querido Palmeiras. Parabéns Rosendo... E saiba que você é nossso querido! Obrigada.

Nome Completo: Rosendo Brígido de Sá Júnior.

Cidade: Teresina - PI.

Data de Nascimento: 29 de setembro de 1968.

Profissão: Servidor Público Federal – Analista Judiciário.

Moro com: minha mulher, Flávia, e nossos 2 filhos.

Filhos: Tenho 3: - Lincoln (20 anos, mora com a mãe), Arthur (10 anos) e Alice (5 anos).

Sonho: que as pessoas um dia aprendam a aceitar a diversidade: seja de raças, de credos, de status social, de condição econômica, de ideias, de preferências... Se isto ainda acontecer, todos aprenderemos bastante e enriqueceremos interiormente.

Cidade onde nasceu: Teresina - PI.

Escolaridade: Nível superior completo - Bacharel em Direito.

Lugares que gosta de frequentar: Gosto de ir a restaurantes e à casa de parentes e de amigos.

Saudade: Tenho muita saudade da era Parmalat.

Esporte: Desde a infância, gosto muito de futebol mas acompanho também outros esportes, inclusive, os olímpicos.

Música: O meu gosto musical é bem eclético, procuro extrair o melhor de cada gênero. De forma geral, gosto de música erudita, de Rock e da MPB. Considero o Renato Russo uma espécie de porta-voz da juventude: ele dizia muitas coisas que eu tinha vontade de dizer, como nas antológicas Há tempos e Metal contra as nuvens.

Filme: Não costumo me deter a acompanhar filmes. Como gênero que aprecio, restam os documentários.

Hobby: Navegar na internet e colecionar músicas.

Uma Frase: A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho normal. (Albert Einstein).

Um Livro: As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano.

Não gosto de: arrogância, de intolerância, de injustiça e de indiscrição.

Um grande amor: Minha mulher (Flávia), meus filhos (Lincoln, Arthur e Alice) e a Sociedade Esportiva Palmeiras. Se mencionasse apenas 1, estaria traindo a mim mesmo.

Um(a) grande homem/mulher: Jesus Cristo.

O que significa a Família para você: A família é o grande alicerce, o fundamento para as grandes caminhadas da vida. É o porto seguro na hora das tempestades.

O que significa o Palmeiras para você: É sempre difícil expressar por palavras um sentimento do porte do que tenho pelo Palmeiras. Mas posso dizer que o Palmeiras é algo que me alimenta o espírito. É um importante combustível de emoções para minha vida.

Nos conte como se tornou Palmeirense: Morando distante de São Paulo e não tendo raízes palmeirenses, eu precisava de que algo acontecesse para conhecer o Palmeiras e acho que o destino estava traçado. Em fevereiro de 74, quando eu tinha 5 anos e meio, o Alviverde, então Campeão Brasileiro, veio a Teresina para enfrentar o Tiradentes, time piauiense que representava o estado no brasileirão e fazia uma boa campanha. No campeonato de 73, pouquíssimos adversários tinham conseguido vencer aqui em Teresina, e os que conseguiram, tiveram grandes dificuldades, diga-se de passagem. O Palmeiras, muito assediado e cercado de grande expectativa, não tomou conhecimento e enfiou 5 a 0, com 3 gols do César. O Ademir da Guia também deixou o seu. Antes mesmo do jogo, eu sentia que aquele time tinha algo diferente. A partir daí, passei a acompanhar e gostar do Alviverde e não largo nunca.

Para você, o que é ser Cônsul do Palmeiras: É desempenhar um importante papel institucional, honrando sempre o nome do Palmeiras, sem nada esperar em troca.

Qual a maior loucura que você fez pelo Palmeiras?: De forma estrita, não posso dizer que fiz grandes loucuras pelo Palmeiras. Entretanto, há duas passagens que merecem destaque: uma delas ocorreu na segunda partida das semifinais da Libertadores de 2000. Naquela época, eu morava no 3º andar de um tranquilo e pequeno prédio que tinha apenas 12 apartamentos e assistia ao jogo sozinho. Pois bem, terminada a disputa de pênaltis que decidira o confronto com nosso maior rival e esgotadas as cervejas reservadas para aquela noite inesquecível, fiquei eufórico com a defesa do Marcos que nos levou às finais. Já era começo de madrugada e, enquanto todos dormiam, eu vibrava intensamente. Gritando muito alto, xingava o atleta adversário que havia perdido o pênalti e jogava as latinhas vazias no chão do apartamento. Minha cunhada acordou assustada e veio perguntar o que tinha acontecido. Logo depois, o porteiro do prédio interfonou ao meu apartamento.
A outra aconteceu em janeiro de 2007, mais precisamente no dia 18. Eu havia ido a São
Paulo, distante 2.806km de Teresina, para acompanhar as solenidades de formatura da minha prima. Naquela data, o Palmeiras faria o primeiro jogo da temporada contra o Paulista de Jundiaí e, no mesmo horário, estaria sendo celebrada a missa, uma das cerimônias alusivas à formatura. Lógico que não hesitei, faltei à solenidade religiosa e fui ao Palestra, prestigiar o Verdão, que não me desapontou, vencendo por 4 a 2. De quebra, ainda conheci grandes palmeirenses, como o inesquecível Ronaldo Rocha Paiva, nosso eterno conselheiro.

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Luis Henrique Fronterotta - Cidade do México

Postado por Erlete Bee em quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Palmeiras também tem Cônsules no exterior e o nosso entrevistado do mês mora na Cidade do México. É o Fronterotta, que além de Cônsul é Conselheiro do Palmeiras. Fronterotta espera em breve retornar ao Brasil para acompanhar o Palmeiras mais de perto. Obrigada Fronterotta pela entrevista!

Nome Completo: Luis Henrique Monteiro Fronterotta

Cidade: Cidade do México - DF

Data de Nascimento: 18/09/69

Profissão: Administrador de Empresas

Moro com: Alessandra (esposa)

Filhos: Chiara (1 ano e 4 meses)

Sonho: Levar a Sociedade Esportiva Palmeiras para estar entre os 5 times mais influentes/importantes do mundo

Cidade onde nasceu: Sao Paulo

Escolaridade: Pós-graduacao

Lugares que gosta de frequentar: Palestra Itália (estádio e o clube), cinema e restaurantes.

Saudade: Da época da cogestão com a Parmalat.

Esporte: Futebol, Automobilismo e Jiu-Jitsu.

Música: Tema do filme “Cinema Paradiso” e Hino da Sociedade Esportiva Palmeiras principalmente a versao de Marcos Kleine.

Filme: Cinema Paradiso

Hobby: Assistir filmes/Kartismo

Uma Frase: “Nobody can be perfect, but a team can do”

Um Livro: O Principe - Machiavelli

Não gosto de: Mentiras, fofocas e intrigas.

Um grande amor: Alessandra (minha esposa), Chiara (minha filha) e a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Um(a) grande homem/mulher: Ayrton Senna da Silva.

O que significa a Família para você: Tudo

O que significa o Palmeiras para você: Tudo

Nos conte como se tornou Palmeirense: Neto e filho de italianos palmeirenses, foi no berco quando nasci.

Para você, o que é ser Cônsul do Palmeiras: É levar o nome e lutar pelos interesses da Socidade Esportiva Palmeiras instituicao por toda a República Mexicana.

Qual a maior loucura que você fez pelo Palmeiras?: No meu casamento, entrei na igreja com o hino da Sociedade Esportiva Palmeiras. Durante a festa o mesmo hino fora tocado umas dez vezes.

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Junior - Curitiba/PR

Postado por Erlete Bee em sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Júnior é um Consul especial para mim. Nos conhecemos no treino do Palmeiras , em Curitiba, antes do jogo contra o Atlético Paranaense pelo atual Campeonato Brasileiro... Nasceu ai uma grande amizade. Obrigada Júnior!!

Nome Completo: Junior Salvalaggio

Cidade: Curitiba

Data de Nascimento: 26/11/1976

Profissão: Publicitário

Moro com: Minha esposa Karine e filha

Filhos: Isabella

Sonho: Conhecer a Itália

Cidade onde nasceu: Curitiba

Escolaridade: Superior

Lugares que gosta de frequentar: Palestra Itália, praia, o bar onde assistimos o Palmeiras aqui em Curitiba, parques e a cidade da minha família – Ribeirão Claro-PR

Saudade: dos anos 80 e das pessoas da minha família que já partiram

Esporte: Basquete, futebol e musculação

Música: Rock de um modo geral, mas sou fã mesmo de Ramones

Filme: Drama, Ação, Suspense

Hobby: Música – sou alucinado por CDs

Uma Frase: Il Signore è il mio pastore. Nulla mai mi mancherà

Um Livro: Infelizmente não tenho o costume de ler livros

Não gosto de: Injustiça e Ingratidão

Um grande amor: minha Karine e meu Palmeiras

Um(a) grande homem/mulher: Meu Pai e minha mãe e não poderia deixar de incluir minha avó Maria

O que significa a Família para você: tudo o que fui, o que sou e tudo o que serei

O que significa o Palmeiras para você: minha eterna paixão, uma importante parte da minha vida

Qual foi a maior loucura que você fez pelo Palmeiras? Em 2007 acabei não conseguindo comprar meu ingresso pra ver um jogo do Palmeiras contra o Atlético-PR. Pra não deixar de ver o jogo e nosso time, acabei entrando na torcida adversária mesmo, sem camisa do Palmeiras, camuflado. O problema é que sem querer comemorei o gol do Dininho no meio dos atleticanos e levei cascudo e tapa na orelha ate o final do jogo, principalmente depois que eles fizeram 2x1.

E também foi uma loucura comprar o ingresso pra conhecer o Palestra, contra a Ponte Preta no Paulistão 2008. Fiquei durante 7h em frente ao computador, sem levantar nem pra ir ao banheiro, em busca de um ingresso pra final. Mas consegui comprar o penúltimo ingresso do Setor Visa. Graças a Deus não preciso mais sofrer tanto por causa de ingressos.

Nos conte como se tornou Palmeirense: por influência do meu pai, principalmente, que sempre foi um palmeirense apaixonado, assim como a maior parte da minha família, de descendentes italianos.

Para você, o que é ser Cônsul do Palmeiras: é um estágio acima de ser apenas um torcedor, é ser parte de uma instituição que é parte da minha própria vida. É representar o clube, defendê-lo, amá-lo e promovê-lo, dando o meu melhor para o seu bem. E, claro, é uma honra.

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